christopher paolini

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21/06/2016

#5livros - Presente de Aniversário




Olá, pessoas! Como ontem foi meu aniversário e hoje é dia de lista de 5 livros, resolvi juntar as duas coisas. Tentei colocar livros de diferentes gêneros, mas também levei em conta livros que eu adoraria ganhar de presente (ok, eu tenho todos na minha estante) e que, com certeza, nunca esqueceria de quem me deu porque são 5 histórias maravilhosas que me encantaram quando eu li. E eu lembro exatamente de quando adquiri cada um deles. Tem até algumas histórias inusitadas no meio disso ;)

1 – Shantaram – Gregory David Roberts


Shantaram entrou para a lista de melhores livros que eu já li na minha vida. E fica no topo. Bem no topo. Sem nenhum outro para sequer chegar perto. É muito provável que seja a próxima resenha do blog, então não vou falar muito sobre ele aqui.

A única observação que eu faço é sobre o número de páginas: 910. Ou algo muito perto disso. Não seria um bom presente para alguém que não tem muito o hábito da leitura, porque a pessoa poderia esquecê-lo em algum lugar ou ficar com preguiça. E “Shantaram” definitivamente não merece isso.

"Inspirado em acontecimentos da vida do próprio autor, Shantaram narra a história de Lin, que após fugir de uma prisão de segurança máxima, na Austrália, vai para a Índia redescobrir o sentido da vida. Ao lado de Prabaker, seu guia e amigo fiel, Lin mergulha em uma aventura arrebatadora pelo submundo de Bombaim (atual Mumbai), onde abre um posto médico gratuito, faz sua iniciação no mundo do crime organizado e começa a ser perseguido por um inimigo tão misterioso quanto influente.

Sucesso internacional, com mais de dois milhões de exemplares vendidos, Shantaram é o fruto de uma vivência intensa e pessoal do autor, revelando variadas facetas da Índia, desde a sórdida vida na cadeia até a exuberância dos estúdios de Bollywood."

2 – Eragon – Christopher Paolini


Li Eragon por causa do meu princípio de ler todos os livros que moram na minha estante. Não comprei (se fosse por mim, na época em que eu li este livro, não compraria livros de fantasia) nem ganhei de presente. Simplesmente achei. No lixo. Exato. É algo horrendo jogar um livro no lixo, eu sei, mas acabou que eu me apaixonei pela série inteira assim. Não sei se posso reclamar do quase-assassinato.

Primeiro volume da 'Trilogia da Herança', de Christohper Paolini, 'Eragon' é uma história com dragões e elfos, cavaleiros, luta de espada, revelações e uma linda donzela. Paolini utiliza o norueguês medieval para a linguagem dos elfos e inventa expressões específicas para os anões e os urgals, visando dar veracidade ao lendário reino de Alagaësia, onde a guerra está prestes a começar. O protagonista é um jovem de 15 anos que, ao encontrar na floresta uma pedra azul, polida, se vê da noite para o dia no meio de uma disputa pelo poder do Império. A vida de Eragon muda radicalmente ao descobrir que a pedra azul é, na realidade, um ovo de dragão. Quando a pedra se rompe e dela nasce Saphira, Eragon é forçado a se converter em herói. Empunhando apenas uma espada e seguindo as palavras de um velho contador de histórias, Eragon e o leal dragão terão de se aventurar por terras perigosas e enfrentar inimigos das trevas em um Império governado por um rei cuja maldade não conhece fronteiras.

3 – A menina que roubava livros – Markus Zusak


Lembra que eu disse que me lembro perfeitamente de como adquiri cada um desses livros? Não foi diferente com este. Foi o primeiro livro que eu comprei com meu dinheiro (que ganhei da minha mãe, mas quem liga? Quem passou no caixa fui eu!) e o valor sentimental dele é enorme. Além de, é claro, ser um dos meus livros favoritos.

Ao perceber que a pequena Liesel Meminger, uma ladra de livros, lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. A mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade. A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História.

4 – O conde de Monte Cristo – Alexandre Dumas

Para uma menina de 12 anos, que não lia muito, nada mal ler cerca de mil páginas, não? E no computador? Pois foi assim mesmo. Uma versão de ebook que nem chega a ser ebook de mais de mil páginas. “O conde de monte cristo” sempre me vem à mente quando penso que clássicos são chatos, é a prova de que eu não preciso ter preguiça de ler algum livro mais antigo (a não ser que seja José de Alencar, mas essa é outra história).

"Traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos, vinganças e muito suspense. A trama de O Conde de Monte Cristo traz uma emoção diferente a cada página e talvez isso explique porque a obra do escritor francês Alexandre Dumas se transformou em um clássico da literatura mundial, mexendo com a imaginação dos leitores há mais de 150 anos.

No romance, o marinheiro Edmond Dantés é preso injustamente, vítima de um complô. Anos depois, consegue escapar da prisão, enriquece e planeja uma vingança mirabolante. A galeria de personagens criada por Dumas faz um retrato fiel da França do século XIX, um mundo em transformação, em que passou a ser possível a mudança de posições sociais. As aventuras de Dantés ainda ganharam diversas versões cinematográficas que colaboraram para o sucesso da trama."

5 – Drácula – Bram Stoker

 

Li “Drácula” logo depois de “O conde de monte cristo”, numa obsessão momentânea por vampiros e por Stephenie Meyer. Se a obsessão por “Crepúsculo” acabou depois de Bram Stoker? ÓBVIO!

"Drácula, é uma história de vampiros e lobisomens; de criaturas que estando mortas permanecem vivas. É também uma história de pessoas corajosas que se lançam à destruição de uma insólita e maléfica ameaça. Como quer que seja, permanece intacta nestas páginas a mesma emoção de milhões de leitores e espectadores que penetraram na história que se inicia num castelo desolado nas sombrias florestas da Transilvânia. Lá, um jovem inglês é mantido em cativeiro, à espera de um destino terrível. Longe dele, sua noiva bela e jovem é atacada por uma doença misteriosa que parece extrair o sangue de suas veias. Por trás de tudo, a força sinistra que ameaça suas vidas: Conde Drácula, o vampiro vindo do fundo dos séculos."


Ps. Algo que eu só me dei conta agora: todos os cinco livros listados acima têm adaptações para o cinema No caso de Drácula, várias. A única que eu não vi foi a de “Shantaram”, o que ainda me corrói por dentro por não ter achado em lugar nenhum ainda. Ainda.

Adiós!

02/07/2014

Eldest - Resenha



Terminado o segundo livro d’A Herança. E a impressão que fica é melhor do que a do primeiro da série. Nesse, Paolini narrou o crescimento e transformação do cavaleiro de dragão, de Roran e, também, de outros personagens secundários.

A questão é que o segundo livro me empolgou. Na verdade, o final foi o que mais me incitou a ler “Brisingr”, mas, no geral, “Eldest” é uma boa leitura.

A narração melhorou. Talvez pela mudança de tradutor, talvez por uma evolução do próprio autor. Ficou mais dinâmica e menos cansativa. Ainda acho que algumas partes poderiam ser mais elaboradas, mas talvez isso seja apenas fruto da minha relutância em ler fantasia.

Outra coisa que me deixou mais entretida foi o foco em Roran. Intercalar as narrações das aventuras dos dois primos foi um belo jeito de deixar a história menos maçante. É grande sim e, muitas vezes, cansativo, só que essa mudança de foco fez tudo ficar mais suportável. Até porque, se fossem mais de seiscentas páginas só com Eragon em Elesméra, eu demoraria meses para terminar o livro.

Enquanto lia, não consegui tirar uma comparação da cabeça. O tempo inteiro, tentei perceber as diferenças na narração de Paolini e Pullman. Talvez por Pullman ser um dos poucos autores de fantasia que eu li, talvez por ser semelhante mesmo. E, me parece, que são mesmo muito parecidos. O ritmo frenético em algumas partes, a lentidão em outras e etc... A diferença que eu notei foi na maturidade da escrita. Enquanto Paolini é mais “infantil”, Pullman dá um ar de maturidade numa narração, mesmo sendo infanto-juvenil.

Nesse segundo livro, a relação entre Eragon e Saphira se intensifica. O amor de Eragon por Arya fica mais explícito e os desafios que o cavaleiro tem que enfrentar não são mais só no campo físico. Seus poderes se ampliam, sua percepção também e a sua sabedoria, muito mais. A diferença entre o Eragon de “Eragon” e o Eragon de “Eldest” são gritantes. Ele cresceu. Não é mais o garoto que virou cavaleiro do dia para a noite. Agora, Eragon é um homem. E cavaleiro. Um lutador excepcional. Ele, finalmente, ganhou a “cara” de herói.

18/06/2014

Eragon - Chistopher Paolini



Eragon, o garoto de 16 anos que encontra um ovo de dragão por acaso. Saphira, o dragão azul mais divertido e irônico do mundo. Brom, o professor mais amado e Arya, a elfa misteriosa que encanta o jovem Eragon.

Isso foi um breve resumo dos personagens que chamam mais atenção por causa da narrativa. Narrativa que, por vezes, foi rápida e emocionante. Em algumas partes do livro eu tive sim aquela ânsia de não parar mais. Entretanto, muitas vezes eu achei a narração do Paolini um saco. Não pela história ou algo do tipo, mas pela falta de emoção. Eu sempre digo que os livros carregam uma dose extra de emoção em relação aos filmes. "Eragon" é excessão.

Paolini também gosta de citações filosóficas. Eu também gosto, e muito. Vários trechos me chamaram atenção pela carga de pensamentos que me trouxeram à mente. São trechos que vão além da história e além daquelas meras palavras. Eu gosto disso.

Eu também não poderia deixar de fora a dose de humor (?) ou algo do tipo que existe em Saphira. Enquanto o Eragon é muito centrado, "certo" e pensativo, Saphira é o oposto. Não que seja menos inteligente ou dedicada, mas o dragão é... Fascinante. Comentários irônicos, sarcásticos, demonstrações de afeto inusitadas... Eu quero uma Saphira. Apenas.

Outro personagem que me encantou foi o Brom. Eu gostei dele. Mesmo o Christopher desmerecendo os atos do velho, eu gostei.

Tem também o velho clichê de garoto orfão que perde a família e quer se vingar. Não que eu deteste esse tipo de coisa, nas verdade essa parte do livro eu gostei. Só que é clichê. Clichês não impressionam.

A minha opinião final pode ser dividida em duas. Uma parte para o enredo (que é ótimo) e uma para a escrita ( que é bem mais ou menos).

Agora é terminar de ler "Eldest" pra ver se mantenho minha opinião.
B i a n c a  P o n t e s
Junho de 2014.

16/06/2014

12/06/2014

Trecho - Eragon



"Eragon" do Christopher Paolini tem sido um livro com trechos que estão me fascinando. Um deles é esse aí:

"Dêem seus ouvidos às pessoas, mas nunca o coração. Demonstrem respeito por aqueles que estão no poder, mas nunca os sigam cegamente. Julguem com lógica e razão, mas nunca façam comentários. Nunca considerem alguém como superior a vocês, não importa que posto ou situação eles tenham na vida. Tratem todos com justiça, ou poderão querer se vingar. Tenham cautela com o dinheiro. Atenham-se às suas crenças, e os outros ouvirão. - Garrow continuou em um ritmo mais lento. - Quanto aos assuntos do amor... o meu único conselho é que vocês sejam sinceros. É a ferramenta mais poderosa para abrir um coração ou ganhar um perdão. É tudo o que eu tinha a dizer."